segunda-feira, 12 de abril de 2010

Blog como recurso educativo



   Visualize a seguinte cena: um aluno chega em frente ao seu computador, abre o navegador da internet e ele tem um blog o qual se conecta. Neste blog ele tem acesso a vários outros blogs inclusive de seus professores e colegas. No blog de um professor específico estão postadas várias atividades que poderiam ter sido passadas em sala de aula mas devido ao tempo não foram feitas. Este ano lê as atividades e após resolvê-las posta as respostas no blog do professor. O professor por sua vez ao abrir seu blog e ver as respostas corrige-as e envia suas considerações ao aluno. 4

  Esta cena onde os personagens interagem entre si virtualmente pode facilitar a troca de informações e instigar a pesquisa. Ao trocar mensagens com o professor o aluno tira dúvidas que muitas vezes não são sanadas em sala de aula por vergonha ou por esquecimento. Ali não, cada vez que ele abrir seu blog se deparará com a dúvida e poderá enviá-la ao professor a qualquer momento. Este recurso pode ser de grande valia quando os alunos estivem concientes de seu poder. Não apenas como uma simples ferramente de bate-bapo mas como troca de informações.

O aluno aprende a dominar a pesquisa e por consequencia aprende mais. O próprio professor pode postar em seu blog sites que auxiliem no aprendizado. Esta ferramenta pode ser cada vez mais útil no processo de ensino aprendizagem basta que seja inserida no contexto escolar e que seja concietizado seu uso correto. Apartir daí, várias outras ferramentas virtuais também podem sevir de auxilio nesse processo. Hoje em dia devemos lutar com todas as armas disponíveis rumo a uma educação de qualidade e as ferramentas virtuais estão aí a nossa disposição basta que os paradigmas sejam quebrados.


Cansado de entrar em todas as suas diferentes contas de email? Veja como juntar todas

sexta-feira, 9 de abril de 2010

DESABAFO


Esta semana me deparei com uma cena lastimante. Um professor veio me solicitar horário no laboratório de informática. Quando perguntei que assunto seria ele me respondeu: "ah sei lá, dê qualquer coisa!" Nisso, fiquei pensando o que se passa pela cabeça desse educador. Que imagem ele tem do laboratório de informática??? De playground será, onde você manda seus filhos quando quer descansar? Resolvi então, ensinar ao alunos os jogos matemáticos disponíveis no laboratório e tive mais uma surpresa: havia alunos que nem sabiam diferenciar sinal de multiplicação de divisão e olha que não era nem o primeiro nem o segundo ano do primário.
Outro fato que me chamou a atenção foi o relacionamento entre professor e aluno: " Vem aqui se você é homem para ganhar de mim neste jogo!" Deus! Era uma sala de aula ou um boteco? Foi então que comecei a me questionar: que papel como educador eu estou desempenhando? Que imagem eu quero deixar para os meus alunos? O de camarada ou o de "caxias" porém que cobra e os alunos aprendem alguma coisa? Até onde os pais acompanham seus filhos nos estudos? E a pergunta mais inquietante: que educação de qualidade é esta?

Aí, ninguém sabe como a violência está aumentando a cada dia.

quinta-feira, 11 de março de 2010

terça-feira, 17 de novembro de 2009

Midias e Educação

Duas questões que considero importante na inclusão de mídias em educação: o contato direto com assuntos atualizados dia-a-dia no mundo inteiro principalmente quando falamos em internet. O aluno tem nas mãos fontes de pesquisa que não tínhamos em nossa época de estudante.
Outro ponto é o encurtamento de distâncias entre internautas. Neste caso, acho imprescindível fazer um trabalho de orientação nas escolas principalmente no que diz respeito a sites de relacionamentos. Estamos muito preocupados em inserir o computador na escola mas esquecemos de orientar para acessar o que devidamente venha a enriquecer o conhecimento de nossos alunos. Os alunos de hoje não são os mesmos de ontem que sentiam-se intimidados com o bicho-papão. Eles são curiosos e é com esta curiosidade que temos que trabalhar. Incluir nossos alunos na era digitar requer cuidado com o bem-estar deles também.

segunda-feira, 26 de outubro de 2009

MEXENDO COM AS PANELAS!!!!!!!!!!

Bem em plena segunda-feira vamos começar a mexer as panelas do curso de Blog!

Aprender nunca é demais não é mesmo????? Faz tempo q não edito nada aqui mas tenho umas idéias na cabeça e acho que o pessoal vai gostar. Mas por eqto vamos separando os ingredientes para começar a receita hehehe


até ++++++++++

segunda-feira, 27 de abril de 2009

texto do curso de Mídias em Educação...

A educação daqui a dez anos...utopia ou realidade????

No texto de José Manuel Moran relata a vida agitada de um professor universitário daqui a dez anos. Ele sai de uma sala virtual para outra, intercalando entre cursos de graduação e pós graduação sem sair de sua própria sala. Conta com vários assistentes pedagógicos para atender a seus alunos virtuais, tirando dúvidas e postando atividades. Seu aparato de ensino não se resume apenas em livros, lousa e canetões. São cameras, equipe pedagógica de apoio, equipe de produção, i-phone, notebook, webcam, celular com transmissão digital de tv, enfim, um mundo completamente diferente do que vivemos atualmente, dez anos antes.
Diga-se de passagem, ele se dá ao luxo de fazer pós-doutorado na Espanha, sem sair de casa e ainda ser professor colaborador da Universidade a qual estuda lá, via web.
Uma situação difícil de imaginar, já que diante de tanta correria, ele mal sai de seu escritório. Mas e o conteúdo pedagógico de suas aulas como que fica? E seus alunos? As dúvidas tidas na resolução das atividades?
Naturalmente você deve estar se perguntando como é possível alguém acrescer seu conhecimento totalmente a distância. Que é muito melhor ter um professor na sua frente em cerne e osso para tirar suas dúvidas no exato momento em que elas acontecem é fato. Mas isso gera uma situação um tanto cômoda. Já fui aluna de curso frequentado (Tecnologia em Informática) e hoje curso um curso a distância (Licenciatura em Matemática). Duas área bem complicadinhas. Mas se me perguntarem se o conhecimento adquirido em ambas tem muita diferença logo direi: é o mesmo. A diferença é que na frequentada no exato momento da dúvida alguém resolvia ela para mim ou pelo menos me deixava pistas. Na a distância aprendi a ser autodidata. Precisa-se e muito ser autodidata e ter disciplina, coisa que muitas vezes não se aprende em universidades frequentadas.
O fato é que tanta mudança provoca também nos educadores a tendência a busca de conhecimentos seja ela da fonte que vier. É preciso ser rápido a medida que as coisas evoluem. Se perder algo em um piscar de olhos já fara diferença. É preciso desenvolver em nossos educadores a sede de conhecimento adormecida, a atualização constante e porque não dizer, formação continuada, inserindo o mesmo nesses meios tecnológicos fazendo assim que a tecnologia não seja um bicho de sete cabeças que veio para bagunçar a vida de todo mundo.
Claro, algumas considerações devem ser feitas diante deste contexto. Educação a distância só pode ser inseridas para adultos. Nossos alunos adolescentes e crianças não podem nem devem ser inseridos em uma educação totalmente digital. Eles precisam de convívio, de calor humano para crescer pessoalmente. Como o próprio autor do texto cita no final, o professor em questão sentia as vezes um vazio, uma falta de calor humano. Isso não podemos deixar de faltar a nossos alunos, porém, inserí-los em novas tecnologias e nos inserirmos também é essencial.

Texto extraído de http://www.eca.usp.br/prof/moran/agitado.htm.
José Manuel Moran é Especialista em Mudanças na Educação Presencial e a Distância.
Oiiiiiiiiiii


Iniciando meu blog...meio sem assunto para hj, mas td bem, quem sabe amanhã estou mais inspirada...


fuiiiiiiiiiiiiiiiiiiii